O aspecto comum aos antipsicóticos considerados atípicos é a capacidade de promover a ação antipsicótica em doses que não produzam, de modo significativo, sintomas extrapiramidais Os típicos e os atípicos. Os antipsicóticos são divididos em típicos e atípicos
São utilizados em múltiplas doenças psiquiátricas, principalmente a esquizofrenia. Existem dois tipos principais de antipsicóticos Os antipsicóticos atípicos, introduzidos a partir dos anos 1990, representam um avanço terapêutico ao apresentarem um perfil de ação mais equilibrado.
Os antipsicóticos atípicos são antipsicóticos com menor probabilidade do que os antipsicóticos tradicionais de causar certos efeitos colaterais, como sintomas extrapiramidais (sep). Os antipsicóticos atípicos são mais tipicamente prescritos para tratar a esquizofrenia e para complementar o tratamento do transtorno depressivo maior (tdm), transtorno bipolar e transtorno esquizoafetivo As duas classes de antipsicóticos diferem nos tipos e intensidade dos efeitos colaterais que provocam: Esse bloqueio atinge tratos dopaminérgicos, como o mesolímbico, mesocortical, nigroestriatal e túbero infundibular, causando ações terapêuticas e reações adversas (sanarmed, 2021).
Os antipsicóticos, também denominados neurolépticos, são medicamentos caracterizados pela ação psicotrópica (por atuarem no cérebro, modificando a maneira de o paciente sentir, pensar e/ou de agir), além de terem efeitos psicomotores e sedativos. Os antipsicóticos são medicamentos essenciais na psiquiatria, utilizados principalmente para tratar transtornos psicóticos, como a esquizofrenia Eles são divididos em duas categorias principais Esses antipsicóticos ajudam não só nos sintomas de psicose, alucinações ou delírios, mas também nos sintomas de isolamento social, falta de expressão emocional ou falta de atenção e concentração.